-ADCAnha-23 de Agosto
-Amigos de Sá-23 de Agosto
-Cerveira Futsal-23 de Agosto
-C.R.C.Cais Novo-30 de Agosto
-C.F.Nogueirense-30 de Agosto
-A.Desportiva de Fontão-30 de Agosto
-ADCAlvarães-31 de Agosto
-A.D.Ponte da Barca-31 de Agosto
-A.D.Afifense-01 de Setembro
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Dupla Agostinho Silva/Paulo Vieira
Segundo o Blog "Mais Futsal em Viana" a dupla de treinadores constituida pelo Prof.Agostinho Silva e pelo Paulo Vieira, vai abraçar um novo projecto, projecto esse enquadrado pela Associação Amigos de Sá.
A equipa do Clube de Treinadores de Viana deseja a esta dupla de treinadores os maiores sucessos.
A equipa do Clube de Treinadores de Viana deseja a esta dupla de treinadores os maiores sucessos.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Férias/2010
Como a maioria dos agentes do Futsal está virada para o Futebol (Campeonato do Mundo) é hora de descansar um pouco. Voltaremos até vós sempre que se justificar ou então em Setembro
A Equipa dos Treinadores de Futsal de V.Castelo
A Equipa dos Treinadores de Futsal de V.Castelo
terça-feira, 8 de junho de 2010
Treinador-Conceitos
Parte 3
EQUIPA
• A grandeza de uma equipa depende, única e exclusivamente, da intensidade dos treinos físicos, técnicos e tácticos dos seus jogadores, não só em busca da habilidade individual, como da automatização dos conceitos elementares do chamado ‘jogo de equipa’.
• Após o atleta ser escolhido para integrar a equipa perde o direito de fazer o que bem entende durante o treino, ou jogo. A partir daquele momento a sua actuação estará subordinada aos interesses dos demais companheiros e da equipa.
• O valor e a projecção de uma equipa são o reflexo da qualidade da preparação física, da qualidade técnica e das condições morais e materiais proporcionadas aos seus integrantes. De nada vale uma boa qualidade técnica, se estiver divorciada da preparação física e vice-versa. O mesmo acontece com a equipa que tem boa preparação física igual à qualidade técnica, e é desprovida de cobertura moral e material.
• A preparação física, além dos benefícios que transporta, é preventiva contra acidentes. Para além disso, tem como fundamento essencial, possibilitar aos atletas a fuga ao cansaço nos treinos e jogos. O cansaço é o maior inimigo físico e psicológico do atleta. O cansaço em demasia exerce influência na diminuição do raciocínio.
• Um atleta terá de conseguir integrar a equipa ‘convocada’ sempre por mérito próprio e nunca pelo fracasso dos seus colegas.
• A partir do momento em que um atleta é integrado numa equipa, está a assumir um compromisso de honra para actuar em perfeita sintonia, absoluta solidariedade e com o mais profundo respeito aos outros companheiros, perdendo por conseguinte o direito de tomar iniciativas pessoais que possam ser prejudiciais à equipa.
• O componente da equipa, que insiste em actuar, seja no treino ou no jogo, sem tomar conhecimento das instruções da equipa técnica e da presença dos demais jogadores, cometendo erros consecutivos – de propósito, por relaxamento ou displicência - além de demonstrar acentuada falta de educação, não está a contribuir para o perfeito funcionamento das peças e consequentemente, o êxito do conjunto.
• Nos desportos colectivos o atleta não é totalmente livre. O seu comportamento é subordinado, não só aos companheiros, como, principalmente, aos interesses da equipa. Não pode, portanto, fazer o que bem entende, porque ele não é a equipa. É apenas uma parte dela.
• O atleta, por melhor que seja, individualmente, mas desgarrado do espírito e dos objectivos dos outros companheiros, torna-se um elemento inútil e prejudicial à equipa.
• A transferência de responsabilidade é uma deficiência moral que sempre existiu, mas que se manifesta em todas as áreas de actividade, sendo um hábito feio, próprio de pessoas desprovidas de personalidade, honestidade e firmeza de carácter. No sector desportivo, ocorre quando o atleta, para ficar em paz com a sua consciência, procura justificar o seu fracasso e o consequente insucesso da equipa, culpando os companheiros, a actuação da arbitragem e, em último caso, responsabilizando também a direcção técnica. Mas o pior de tudo é quando o atleta não reconhece as suas deficiências e não corrige os seus erros.
• O atleta que se propõe participar num jogo de responsabilidade, sem estar física e tecnicamente preparado, nem tão pouco entrosado na equipa, demonstra imprudência e desonestidade.
• Uma equipa composta de jogadores “cobardes”, “afinadores”, irresponsáveis, indisciplinados e indiferentes à vitória ou à derrota, dificilmente conseguirá obter nas competições, resultados positivos que sejam dignos de louvores.
EQUIPA
• A grandeza de uma equipa depende, única e exclusivamente, da intensidade dos treinos físicos, técnicos e tácticos dos seus jogadores, não só em busca da habilidade individual, como da automatização dos conceitos elementares do chamado ‘jogo de equipa’.
• Após o atleta ser escolhido para integrar a equipa perde o direito de fazer o que bem entende durante o treino, ou jogo. A partir daquele momento a sua actuação estará subordinada aos interesses dos demais companheiros e da equipa.
• O valor e a projecção de uma equipa são o reflexo da qualidade da preparação física, da qualidade técnica e das condições morais e materiais proporcionadas aos seus integrantes. De nada vale uma boa qualidade técnica, se estiver divorciada da preparação física e vice-versa. O mesmo acontece com a equipa que tem boa preparação física igual à qualidade técnica, e é desprovida de cobertura moral e material.
• A preparação física, além dos benefícios que transporta, é preventiva contra acidentes. Para além disso, tem como fundamento essencial, possibilitar aos atletas a fuga ao cansaço nos treinos e jogos. O cansaço é o maior inimigo físico e psicológico do atleta. O cansaço em demasia exerce influência na diminuição do raciocínio.
• Um atleta terá de conseguir integrar a equipa ‘convocada’ sempre por mérito próprio e nunca pelo fracasso dos seus colegas.
• A partir do momento em que um atleta é integrado numa equipa, está a assumir um compromisso de honra para actuar em perfeita sintonia, absoluta solidariedade e com o mais profundo respeito aos outros companheiros, perdendo por conseguinte o direito de tomar iniciativas pessoais que possam ser prejudiciais à equipa.
• O componente da equipa, que insiste em actuar, seja no treino ou no jogo, sem tomar conhecimento das instruções da equipa técnica e da presença dos demais jogadores, cometendo erros consecutivos – de propósito, por relaxamento ou displicência - além de demonstrar acentuada falta de educação, não está a contribuir para o perfeito funcionamento das peças e consequentemente, o êxito do conjunto.
• Nos desportos colectivos o atleta não é totalmente livre. O seu comportamento é subordinado, não só aos companheiros, como, principalmente, aos interesses da equipa. Não pode, portanto, fazer o que bem entende, porque ele não é a equipa. É apenas uma parte dela.
• O atleta, por melhor que seja, individualmente, mas desgarrado do espírito e dos objectivos dos outros companheiros, torna-se um elemento inútil e prejudicial à equipa.
• A transferência de responsabilidade é uma deficiência moral que sempre existiu, mas que se manifesta em todas as áreas de actividade, sendo um hábito feio, próprio de pessoas desprovidas de personalidade, honestidade e firmeza de carácter. No sector desportivo, ocorre quando o atleta, para ficar em paz com a sua consciência, procura justificar o seu fracasso e o consequente insucesso da equipa, culpando os companheiros, a actuação da arbitragem e, em último caso, responsabilizando também a direcção técnica. Mas o pior de tudo é quando o atleta não reconhece as suas deficiências e não corrige os seus erros.
• O atleta que se propõe participar num jogo de responsabilidade, sem estar física e tecnicamente preparado, nem tão pouco entrosado na equipa, demonstra imprudência e desonestidade.
• Uma equipa composta de jogadores “cobardes”, “afinadores”, irresponsáveis, indisciplinados e indiferentes à vitória ou à derrota, dificilmente conseguirá obter nas competições, resultados positivos que sejam dignos de louvores.
terça-feira, 1 de junho de 2010
O TREINADOR – CONCEITOS
Parte 2
Equipa Técnica
É obrigação da equipa técnica:
- Ser justa nos seus actos;
- Proporcionar aos atletas os meios adequados à prática do futsal, dentro das possibilidades do clube;
- Tornar atraente o sistema de treinos;
- Habituar os atletas a executar correctamente os gestos técnicos;
- Instruir o atleta para que ele tenha a exacta noção do seu justo valor;
- Não permitir que um atleta critique as deficiências técnicas dos demais companheiros de equipa;
- Não responsabilizar nenhum jogador pelo insucesso da equipa, a não ser que seja por excesso de “estrelismo”;
- Despertar no atleta o máximo de interesse pelos treinos;
- Estar sempre atento, a fim de perceber tudo o que se passa entre os atletas dentro e fora do campo;
- Valer-se de todos os recursos para manter os atletas unidos;
- Não perder tempo com elementos desprovidos de qualidades para o futsal;
- Dependendo de certas circunstâncias – fazer-se de cego, surdo e mudo…
- Não levar em consideração a ingratidão de atletas;
- Dispensar tratamento igual a todos os atletas;
Equipa Técnica
É obrigação da equipa técnica:
- Ser justa nos seus actos;
- Proporcionar aos atletas os meios adequados à prática do futsal, dentro das possibilidades do clube;
- Tornar atraente o sistema de treinos;
- Habituar os atletas a executar correctamente os gestos técnicos;
- Instruir o atleta para que ele tenha a exacta noção do seu justo valor;
- Não permitir que um atleta critique as deficiências técnicas dos demais companheiros de equipa;
- Não responsabilizar nenhum jogador pelo insucesso da equipa, a não ser que seja por excesso de “estrelismo”;
- Despertar no atleta o máximo de interesse pelos treinos;
- Estar sempre atento, a fim de perceber tudo o que se passa entre os atletas dentro e fora do campo;
- Valer-se de todos os recursos para manter os atletas unidos;
- Não perder tempo com elementos desprovidos de qualidades para o futsal;
- Dependendo de certas circunstâncias – fazer-se de cego, surdo e mudo…
- Não levar em consideração a ingratidão de atletas;
- Dispensar tratamento igual a todos os atletas;
terça-feira, 25 de maio de 2010
O TREINADOR – CONCEITOS
Parte 1
Entendemos como conceitos as normas essenciais dos diferentes componentes duma equipa e seu “código de conduta”.
EQUIPA TÉCNICA
• A equipa técnica, é o conjunto de elementos que possuem a capacidade para melhorar o desempenho técnico e táctico, individual e colectivo dos atletas. São eles que ajustam os jogadores na equipa, e ajustam o sistema de jogo adequado às suas características técnicas individuais. São eles que distinguem o estilo apropriado a cada jogador, o seu posicionamento e demais conceitos associados ao jogo.
• A equipa técnica terá o cuidado de conduzir os treinos num ambiente de alegria e camaradagem, de modo que os mesmos, não representem mais uma “tarefa”, na vida dos praticantes.
• A equipa técnica conduz os treinos de maneira suave e objectiva. Os melhores resultados são obtidos quando os atletas se prontificam a contribuir com o seu esforço e colaboração, no aperfeiçoamento do seu desempenho técnico, e ao mesmo tempo, procuram ajustar-se dentro da equipa. Havendo união e absoluta solidariedade entre os integrantes da equipa (direcção do clube, equipa técnica e atletas), alcançam-se resultados positivos, independentemente, do esforço pessoal de qualquer dos integrantes dessa mesma equipa.
• O rendimento de uma equipa técnica, seja no campo técnico individual, táctico individual ou táctico colectivo, poderá atingir nos treinos aproximadamente 30%, ficando a cargo dos atletas os restantes 70%. Basta, que para isso, os atletas se disponham a submeter-se aos exercícios com uma grande dose de ambição, entusiasmo, paciência, disciplina e inteligência.
• A preocupação da equipa técnica, é sem dúvida, formar uma equipa. Mas, se não houver, por parte dos jogadores, esforço, dedicação, solidariedade e interesse em alcançar um nível técnico individual mais elevado, assim como um maior entrosamento colectivo, a equipa técnica não terá outra alternativa, senão a de se conformar, com uma equipa medíocre e com reduzidas possibilidades de êxito.
• A equipa técnica, está sempre apta a apaziguar, harmonizar, ajustar, conciliar e aconselhar as pessoas complexadas, desajustadas, revoltadas, recalcadas, mal-educadas, etc., para que, bem conduzidas possam ser úteis.
O atleta negativo, poderá agir sem perceber as consequências nocivas, da sua indesejável actuação entre os companheiros.
Em todos os desportos colectivos existe o problema da interferência dos atletas negativos.
É muito bom ser campeão, mas é muito difícil lidar com os campeões.
Entendemos como conceitos as normas essenciais dos diferentes componentes duma equipa e seu “código de conduta”.
EQUIPA TÉCNICA
• A equipa técnica, é o conjunto de elementos que possuem a capacidade para melhorar o desempenho técnico e táctico, individual e colectivo dos atletas. São eles que ajustam os jogadores na equipa, e ajustam o sistema de jogo adequado às suas características técnicas individuais. São eles que distinguem o estilo apropriado a cada jogador, o seu posicionamento e demais conceitos associados ao jogo.
• A equipa técnica terá o cuidado de conduzir os treinos num ambiente de alegria e camaradagem, de modo que os mesmos, não representem mais uma “tarefa”, na vida dos praticantes.
• A equipa técnica conduz os treinos de maneira suave e objectiva. Os melhores resultados são obtidos quando os atletas se prontificam a contribuir com o seu esforço e colaboração, no aperfeiçoamento do seu desempenho técnico, e ao mesmo tempo, procuram ajustar-se dentro da equipa. Havendo união e absoluta solidariedade entre os integrantes da equipa (direcção do clube, equipa técnica e atletas), alcançam-se resultados positivos, independentemente, do esforço pessoal de qualquer dos integrantes dessa mesma equipa.
• O rendimento de uma equipa técnica, seja no campo técnico individual, táctico individual ou táctico colectivo, poderá atingir nos treinos aproximadamente 30%, ficando a cargo dos atletas os restantes 70%. Basta, que para isso, os atletas se disponham a submeter-se aos exercícios com uma grande dose de ambição, entusiasmo, paciência, disciplina e inteligência.
• A preocupação da equipa técnica, é sem dúvida, formar uma equipa. Mas, se não houver, por parte dos jogadores, esforço, dedicação, solidariedade e interesse em alcançar um nível técnico individual mais elevado, assim como um maior entrosamento colectivo, a equipa técnica não terá outra alternativa, senão a de se conformar, com uma equipa medíocre e com reduzidas possibilidades de êxito.
• A equipa técnica, está sempre apta a apaziguar, harmonizar, ajustar, conciliar e aconselhar as pessoas complexadas, desajustadas, revoltadas, recalcadas, mal-educadas, etc., para que, bem conduzidas possam ser úteis.
O atleta negativo, poderá agir sem perceber as consequências nocivas, da sua indesejável actuação entre os companheiros.
Em todos os desportos colectivos existe o problema da interferência dos atletas negativos.
É muito bom ser campeão, mas é muito difícil lidar com os campeões.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
A Opinião de um Treinador
A diferença do jogar para ganhar e do jogar para não perder...
Eis um tema que me faz pensar e que me parece interessante debater, pois na minha opinião, o motivo pela qual apenas algumas equipas evoluem e atingem os objectivos, passa essencialmente por isto, pela diferença na abordagem, postura e forma de encarar o jogo...
Neste meu artigo, apesar de verificar que esta situação acontece em todos os campeonatos, vou dar como exemplo o da 1ª Divisão Distrital Feminina da AFP, pois é o campeonato em que estou inserido e que por isso conheço melhor, e de facto verifico que uma grande parte dos treinadores jogam para não perder em vez de jogarem para ganhar.
Na minha opinião, se uma equipa aborda o jogo desta forma, a probabilidade de vencer é muito menor e estão condicionados logo à partida com uma atitude perdedora e pouco ambiciosa, arriscando-se a perder mais vezes do que aquelas que ganham...
O objectivo de qualquer jogo é claro, VENCER, e só trabalhando com este objectivo em mente se consegue evoluir e crescer, pois caso contrário as atletas (e treinadores) estagnam e em alguns casos até regridem...
No meu campeonato existem alguns casos de equipas com bons planteis que devido a esta situação estão a fazer campeonatos miseráveis, enquanto que outras equipas com planteis de qualidade inferior têm evoluído e conquistado lugares na classificação, devido essencialmente à sua postura de vitória.
Não sou nem quero ser o dono da razão, nem tão pouco sou o "messias" do Futsal, mas quero deixar aqui uma opinião pessoal a todos os treinadores, se queremos evoluir, que as nossas equipas cresçam e que o Futsal seja uma modalidade melhor, devemos encarar os jogos com uma postura de vitória e JOGAR SEMPRE PARA GANHAR, e podem ter a certeza que só quem encara os jogos desta forma consegue chegar ao topo, e asseguro que quem o faz da outra forma jamais o conseguirá...
Eu cá amigos, prefiro perder a jogar para ganhar, do que jogar para não perder!
Pensem nisto.
Abraço
Pedro Silva
(Treinador do Porto)
Eis um tema que me faz pensar e que me parece interessante debater, pois na minha opinião, o motivo pela qual apenas algumas equipas evoluem e atingem os objectivos, passa essencialmente por isto, pela diferença na abordagem, postura e forma de encarar o jogo...
Neste meu artigo, apesar de verificar que esta situação acontece em todos os campeonatos, vou dar como exemplo o da 1ª Divisão Distrital Feminina da AFP, pois é o campeonato em que estou inserido e que por isso conheço melhor, e de facto verifico que uma grande parte dos treinadores jogam para não perder em vez de jogarem para ganhar.
Na minha opinião, se uma equipa aborda o jogo desta forma, a probabilidade de vencer é muito menor e estão condicionados logo à partida com uma atitude perdedora e pouco ambiciosa, arriscando-se a perder mais vezes do que aquelas que ganham...
O objectivo de qualquer jogo é claro, VENCER, e só trabalhando com este objectivo em mente se consegue evoluir e crescer, pois caso contrário as atletas (e treinadores) estagnam e em alguns casos até regridem...
No meu campeonato existem alguns casos de equipas com bons planteis que devido a esta situação estão a fazer campeonatos miseráveis, enquanto que outras equipas com planteis de qualidade inferior têm evoluído e conquistado lugares na classificação, devido essencialmente à sua postura de vitória.
Não sou nem quero ser o dono da razão, nem tão pouco sou o "messias" do Futsal, mas quero deixar aqui uma opinião pessoal a todos os treinadores, se queremos evoluir, que as nossas equipas cresçam e que o Futsal seja uma modalidade melhor, devemos encarar os jogos com uma postura de vitória e JOGAR SEMPRE PARA GANHAR, e podem ter a certeza que só quem encara os jogos desta forma consegue chegar ao topo, e asseguro que quem o faz da outra forma jamais o conseguirá...
Eu cá amigos, prefiro perder a jogar para ganhar, do que jogar para não perder!
Pensem nisto.
Abraço
Pedro Silva
(Treinador do Porto)
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